quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Coma de Robin Cook



Muitas pessoas dizem que thrillers são livros sem profundidade literária, sem erudição, que são livros feitos com fins lucrativos. Bem, não li muitos thrillers mas, creio que Coma de Robin Cook foge a crítica.

O livro é escrito com uma linguagem bastante simples que ajuda muito em sua compreensão. Em vários pontos você até se identifica com os personagens principais (Susan Wheeler e Mark Bellows), tamanha é representação da vida conturbada dos dois médicos. O livro traz ao leitor um pouco da realidade da medicina: a correria, as preocupações, a falta de tempo que os médicos tem para cuidarem de si mesmos, e, não menos importante, um mistério relativo ao coma, que é o tema principal do enredo. Depois desse livro fiquei com um medo absoluto de anestesia geral...

Não sei dizer se o livro é mais que um thriller médico, talvez possa se dizer que é um romance realista, mas não sei ao certo. Sei que o livro é bom e pretendo obter mais obras do autor que é um médico escritor (ou seria um escritor médico?), assim como o Scliar.

Leiam, é uma boa obra!

Max Payne nos cinemas!




Fiquei sabendo no Brainstorm. Eu lembro que ficava tardes inteiras na frente do computador jogando, principalmente na parte do restaurante que pega fogo! XD

Espero que o filme seja tão bom quanto o jogo, ao menos o ator principal é bom (mas não muito parecido com o verdadeiro Max).

Estréia (no Brasil): 21 de novembro.

domingo, 26 de outubro de 2008

V for Vertigo



No último post, que foi bastante espontâneo e bruto, falei sobre o quadrinho Promethea. Promethea é um quadrinho do selo Vertigo. Desconhece? Pois bem:

A Vertigo é um selo lançado pela DC Comics na metade dos anos 80 quando quadrinhos como Monstro do Pântano e Sandman começaram a fazer Sucesso. Os quadrinhos da Vertigo diferenciam-se pelo conteúdo: violência, drogas, sexo, misticismo e personagens que não servem de exemplo para seus filhos.
O selo foi dividido da DC para que a imagem dos tradicionais quadrinhos não fosse manchada, naquela época a venda de quadrinhos era ainda muito voltada para crianças.

Um dos maiores roteiristas da Vertigo, se não o maior, é Alan Moore. Moore é o criador de Monstro do Pântano e do grandioso personagem John Constantine (que mais tarde veio a ter sua própria revista, a Helllblazer), além de vários outros quadrinhos como Watchmen, Miracleman, Quarteto Fantástico e V de Vingança.

Ele de fato possui um grande dom para criar roteiros, suas histórias são incríveis. No ultimo post citei o episódio nº 12 de Promethea, e disse que a história possuia 6 linguagens. Bom, foi um erro! Na verdade a história usa das linguagens verbal e pictórica , só que há muitos diálogos ocorrendo simultaneamente de modo que você pode ficar um pouco confuso se quiser acompanhar a história de uma forma linear. Foi um dos quadrinhos mais bem elaborados que já li (apesar de não ser perito no assunto), ao lado de "Prisioneiro número zero" de Wolverine que se passa na II Guerra.


Quem não leu pode procurar pelas mais recentes obras (como DMZ, 100 Bullets e Army@Love: The Art of War), ou pelos clássicos( como Sandman, Preacher e Brigada dos Encapotados). Sem grana? Bom...procure por , quem sabe você possa achar algo...


Bem dei uma resumida sobre A Vertigo, para quem gostou e quiser saber mais os links estão aí.


Abração, até o próximo post!


sábado, 25 de outubro de 2008

Blog espontâneo nº1 - Promethea nº12



Queridos futuros leitores assíduos (!), este é o primeiro post neste humilde blog. Espero que quando os vossos seletos e sensíveis olhos deitarem-se nessas mal traçadas linhas (abração, Erasmo!) este blog esteja muito bem apresentável. Se não estiver por favor perdoem-no, o criador do blog está procurando auxílio pois não quer fazer o blog totalmente sozinho!

Bem, acabei de ler Promethea nº12 o que me inspirou muito a dar o primeiro passo na história desse blog.

Não conheço basicamente nada sobre Promethea, mas conheço seu criador: o gigantesco Alan Moore, consagrado pelas suas várias obras, entre elas Monstro do Pantano, Quarteto Fantástico, e, uma de minhas favoritas, V de Vingança.

Enfim o que me inspirou nesse fantástico número de Promethea é que a história tem uma carga mística incrível, e conta com 6 linguagens que desenvolvem-se simultaneamente. A história, se assim posso chama-la, dá uma espécie de explicação às cartas que desconfio ser do Tarot de Toth, do grande e misterioso bruxo do século XX Aleister Crowley. Assim penso pois há no quadrinho uma relação direta com um ensinamento dele, fora os símbolos usados na história.

Quem tiver pressa para ler a história pode procurar pelo google, mas posteriormente estarei publicando materiais neste humilde blog e Promethea nº 12 constará entre eles.


Despeço-me com a promessa de posts recheados e muito mais elaborados!

Abraço a todos!